O País é Nosso !
Como editor deste "retiro de leitura" não posso deixar de manifestar o meu pensamento sobre este momento que o VOTO POPULAR vai decidir o rumo social e ético para o País.
O Desconectare não é e nunca será partidário. Foi criado pra todos. Usando essa premissa, peço uma "pausa conectare" ao nosso leitor para publicar o entendimento sobre o que define a votação do dia 25 de Outubro.
Estamos na fronteira entre o amor e o ódio !
"O País é nosso" é reivindicado entre dois grupos de eleitores com consciências opostas :
O grupo de eleitores com Consciência Coletiva:
Acredita que a liberdade individual só é legítima quando não corrói o bem comum. Para ele, uma sociedade só prospera quando o sucesso de um não depende do abandono de muitos. Suas escolhas — do voto aos hábitos diários — partem da pergunta: “Isso fortalece a comunidade ou apenas a mim?” O coletivismo protege os menos favorecidos ao mesmo tempo que os desenvolve para viver dignamente.
O Grupo de eleitores com Consciência Individual:
Enxerga a sociedade apenas como um mercado de interesses particulares. Cobra direitos da coletividade, mas rejeita deveres compartilhados; celebra o mérito próprio, mas terceiriza o custo dos fracassos comuns. Opera sempre sob a premissa de maximizar o ganho pessoal, mesmo que isso desmonte o que é público. O radicalismo é a arma que está no coldre, pois o grupo não consegue criar os argumentos para sustentar seu egoísmo.
O verdadeiro conflito nunca foi puramente ideológico.
É entre quem constrói pontes para sustentar a sociedade e quem usa as vigas públicas para erguer o próprio muro.
O COLETIVO É CIVILIZATÓRIO. O INDIVIDUALISMO É PREDATÓRIO.
( não sou eu quem afirma isso, é a HISTÓRIA desde os tempos imemoriais )
Moyse Aguiar